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1 - Embriogênese
25/04/2009 23:06A embriogênese começa com a fecundação, ou seja, com a união do espermatozóide com o ovócito secundário, o qual finalizará sua meiose II e tornar-se-á um óvulo. Após a fertilização, o zigoto é ativado, intensificando seu metabolismo, tornando possíveis as divisões mitóticas que permitirão a formação dos diversos conjuntos celulares do animal. Inicia-se, aí, o fenômeno da vida.
A embriogênese animal possui as seguintes etapas: Segmentação (ou clivagem), Gastrulação e Organogênese.
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2 - Segmentação
26/04/2009 03:37Segmentação
A segmentação representa as primeiras divisões do zigoto. Todas as células que surgirão terão obrigatoriamente o mesmo material genético, pois serão originadas a partir de divisões mitótica. Ela apresenta as fases de mórula (formada a partir das sucessivas clivagens dos blastômeros – primeiras células a partir do zigoto. Até então, o tamanho total do zigoto mantêm-se o mesmo) e blástula (formada por embrioblastos – onde se encontram as células-tronco embrionárias – e trofoblastos – que delimitam o embrioblasto) e depende, por sua vez, do tipo de ovo do indivíduo em questão. Ela pode ser holoblástica (total) ou meroblástica (parcial), diferenciando-se em:
1. Holoblástica igual: acontece em ovos oligolécitos, os quais possuem muito vitelo distribuído de forma homogênea. É esta a segmentação observada nos mamíferos placentários, nos equinodermas (estrelas-do-mar,ouriços-do-mar) e nos protocordados (anfioxo). Nos mamíferos placentários, devido à ligação materno-fetal estabelecida pela placenta, ela é mais demorada, durando desde o início do desenvolvimento do embrião até sua fixação no útero. Nesse tipo de segmentação, a mórula formada é uniforme. A blástula desse tipo de ovo recebe uma denominação especial: blastocisto.
2. Holoblástica desigual: ocorre em ovos heterolécitos ou telolécitos incompletos (vitelo mais concentrado no pólo vegetativo) de animais como analídeos, moluscos e anfíbios. A mórula formada possui macromêros (células maiores – que se dividiram menos devido à maior concentração de vitelo – no pólo vegetativo) e micrômeros (células menores no pólo animal), onde se desenvolverá o embrioblasto, ou seja, ele ficará deslocado do centro.
3. Meroblástica discoidal: ocorre em ovos megalécitos ou telolécitos completos (muito vitelo concentrado no pólo vegetativo do ovo) de répteis, aves e mamíferos não-placentários. Ela ocorre no disco germinativo, onde se forma uma mórula achatada e discoidal, no pólo animal.
4. Meroblástica superficial: ocorre em ovos centrolécitos, nos quais o vitelo se encontra na região central do ovo, de artrópodes (insetos, aracnídeos e crustáceos). Ela não possui a fase de mórula e a blástula localiza-se na região periférica do ovo, formando um cordão celular que envolve o vitelo externamente.
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3 - Gastrulação
25/04/2009 23:14
Gastrulação
A etapa da Gastrulação envolve a fase de gástrula e, segundo alguns autores, também a de nêurula, que, às vezes, pode ser considerada da etapa de organogênese.
A gástrula representa mudanças cruciais na massa celular interna do embrião. Na espécie humana, acontece, na segunda semana de gestação, a nidação, ou seja, a implantação do blastocisto no endométrio, um tecido do útero. Até então, o embrião é formado pelo embrioblasto e pelo trofoblasto, formadores da blástula, a qual se transformará em gástrula devido à formação dos folhetos embrionários ou germinativos: endoderme, ectoderme e mesoderme.
Quanto ao número de camadas germinativas, uma espécie animal pode ser:
Diblástica ou didérmica (cnidários – águas-vivas, anêmonas –, nos quais há a formação apenas da ectoderme e da endoderme)
Triblástica (vermes, artrópodes, moluscos, vertebrados, os quais desenvolvem os três folhetos.)
As células do embrioblasto formam, inicialmente, apenas duas camadas sobrepostas. Na ectoderme, as células se multiplicam mais rapidamente, por isso apresenta células menores.
O tubo digestório do embrião se origina de uma cavidade interna denominada arquêntero (intestino primitivo), o qual, por sua vez, é revestido pela endoderme. O arquêntero possui uma abertura denominada blastóporo para que possa se comunicar com o meio externo. Esse ofício do sistema digestório diferencia os animais em dois grupos:
Protostômios: são aqueles mais primitivos, como nematelmintes, anelídeos, artrópodes e moluscos, nos quais o blastóporo origina a boca.
Blastóporo origina o ânus, sendo a boca formada por um outro orifício localizado acima do arquêntero.
(A gástrula triblástica é uma evolução da diblástica.) Duas bolsas laterais da mesentoderme, uma região da endoderme, se soltam formando a mesoderme, a qual, por sua vez delimita o celoma, uma cavidade responsável pela separação dos órgãos internos da parede do corpo. Quanto à presença do celoma, os animais podem ser classificados em:
Acelomado
Pseudocelomado (o celoma se encontra entre a endoderme e a mesoderme)
Celomado (entre os invertebrados, a presença do celoma possibilitou o desenvolvimento dos sistemas respiratório e cardiovascular).
Outra importante formação é a notocorda: o eixo de sustentação do embrião, originado das células centrais da endoderme, onde fica o teto do arquêntero. Nos vertebrados, a notocorda forma um eixo dorsal que é posteriormente substituído pela coluna vertebral, a qual tem sua origem na mesoderme.
A ectoderme é responsável pela formação do sistema nervoso no primeiro mês de vida intrauterina. Inicialmente, suas células sofrem um achatamento, originando a placa neural, a qual se dobra, formando o sulco neural, que se fecha e se separa, dando origem ao tubo neural – que é o sistema nervoso humano.
Para evitar qualquer grave defeito no sistema nervoso do indivíduo, a mãe deve ter cuidado redobrado na ingestão de medicamentos e em relação a certas doenças durante este período.
Todas essas modificações implicam na formação da nêurula, ou seja, uma gástrula desenvolvida de cordados.
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4 - Organogênese
25/04/2009 23:25
Organogênese
Esta é a etapa em que ocorrem as divisões e especializações celulares, ou seja, os genes, ativados após a formação da nêurula, determinam a formação dos tecidos e órgãos do organismo.
Os três folhetos embrionários se diferenciam, dando origem a órgãos e estruturas do corpo do embrião, além dos anexos embrionários.
A ectoderme origina:
A epiderme e seus anexos, como pêlos, unhas, cascos, chifres;
Três mucosas corpóreas, a oral, a anal e a nasal;
O esmalte dos dentes;
O sistema nervoso (através do tubo neural);
A retina;
O cristalino;
A córnea;
A hipófise.
A mesoderme é dividida em epímero, mesômero e hipômero.
O epímero forma o esqueleto axial, a derme (tecido conjuntivo) e o tecido muscular.
O mesômero origina os rins, gônadas e ureteres.
O hipômero origina os tecidos musculares liso e cardíaco, além de três serosas: pleura (reveste externamente o pulmão), pericárdio (revestimento cardíaco) e peritônio (abdome).
A endoderme é o folheto que dá origem aos alvéolos pulmonares e às seguintes glândulas:
Fígado;
Pâncreas;
Tireóide;
Paratireóide.
Também é essencial para a formação do revestimento interno dos tratos digestório e respiratório.
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5 - Anexos Embrionários
25/04/2009 23:33
Anexos Embrionários
São estruturas derivadas dos folhetos germinativos, porém, que não fazem parte do corpo do embrião, por isso, “anexos”. São eles:
Cório: É uma fina membrana que envolve todo o embrião e reveste todos os outros anexos embrionários. Em aves, répteis e mamíferos não-placentários, ele fica sob a casca do ovo e protege o embrião e auxilia em sua respiração. Nos mamíferos placentários, ele contribui para a fixação do embrião na parede uterina, por ser originado do trofoblasto. Ele associa-se ao alantóide e auxilia na formação da placenta, constituindo uma ampla superfície de trocas entre o embrião e a mãe.
Âmnio ou bolsa amniótica: É uma membrana originada da ectoderme que envolve todo o embrião e é preenchida pelo líquido amniótico. Ela protege o embrião contra a desitradação, choques mecânicos e mantém a temperatura corporal. O líquido amniótico tem aspecto semelhante ao do plasma.
O âmnio permitiu aos répteis um importante avanço: avançar por terra seca e não mais depender da água para a reprodução.
Através do líquido amniótico já é possível fazer uma análise citogenética do embrião, constatando anomalias como a síndrome de Down, porém, o método para obtenção desse líquido apresenta certos riscos.
Alantóide: É uma membrana que acorre nos répteis, nas aves e em mamíferos não-placentários que surge da parte posterior do intestino do embrião. Ele permite a eliminação de excreções urinárias e a troca de gases respiratórios entre o embrião e o meio ambiente. Além disso, auxilia na formação do esqueleto do animal. Nos mamíferos placentários essa estrutura é reduzida e, quando associada ao cório, ajuda na formação da placenta, quando associada ao saco vitelino, os vasos sanguíneos do cordão umbilical.
Vesícula vitelina ou saco vitelino: é um anexo embrionário originado da endoderme que armazena substâncias nutritivas para o embrião. Apresenta-se bem desenvolvida nas aves, nos répteis e nos peixes. Nos mamíferos, por sua vez, é muito reduzida, sendo responsável pela produção das primeiras hemácias que garantem o transporte de gases para o embrião.
Cordão Umbilical: Anexo exclusivo dos mamíferos resulta da integração da vesícula vitelina e do alantóide. Permite a comunicação entre o embrião e a placenta. O sangue do embrião chega até a placenta rico em gás carbônico e excreções através de duas artérias e o sangue portador de nutrientes, oxigênio e anti-corpos vai da placenta ao embrião por meio de uma grande veia.
Placenta: Anexo também exclusivo dos mamífero, sua parte fetal resulta da fusão do córion com a mucosa uterina, já a porção materna se origina do endométrio. A placenta permite as trocas fisiológicas entre o embrião e a mãe, funcionando como um filtro. Através dela acontece a passagem de anticorpos, nutrientes e hormônios, trocas de gases respiratórios e eliminação de excreções urinárias fetais. Porém, o sangue materno e o fetal passam por capilares diferentes, não podendo se misturar. Ambos tem circulação próprias. Além disso, ela possui uma função endócrina, pois produz gonadotrofina coriônica, progesterona e estrogênios.
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6 - Medicamentos na gravidez
25/04/2009 23:36
Medicamentos na gravidez
Durante a Organogênese, que vai da 3ª à 8ª semana, é o período mais crítico para a gestante consumir medicamentos. Porque é nessa ocasião que irá ocorrer a formação do sistema nervoso, órgãos, músculos, vasos sanguineos, entre outros. Os medicamentos administrados depois dessa fase, durante o 2º e o 3º trimestres, provavelmente não provocarão malformações, ainda que alguns possam alterar o crescimento normal de órgãos fetais.
Medicamentos podem agir de várias formas no feto: desde nenhuma conseqüência grave para a criança até a atuação direta no feto, podendo causar danos, anomalias e até morte. Entre as conseqüências podem estar a alteração da placenta, contrição dos vasos sanguíneos (gerando a diminuição da leva do oxigênio até o bebê e a falta de nutrientes), contração dos músculos uterinos da mãe, causando falta de sangue para o feto, entre outras conseqüências.
Os fármacos que devem ser evitados na gravidez, são divididos em 5 categorias: A, B, C, D e X. Essa classificação foi feita pela FDA (Federal Drugs and Foods Administration). Essa divisão foi realizada a partir do grau de risco que o medicamento oferece ao feto.
Na categoria A estão aqueles medicamentos que, de acordo com os estudos realizados, não apresentam riscos para a formação do feto.
As substâncias que se enquadram em B devem ser ministradas com cautela, pois apesar de não mostrarem nenhum reação em seres humanos, nas pesquisas feitas com animais os fetos apresentaram efeitos adversos.
Testadas em animais, as drogas que se enquadram na categoria C demonstraram consequencias teratogênicos ou tóxicas para os embriões, mas não há estudos controlados em mulheres; tal motivo é a razão para C ser consirerada uma categoria de risco.
Para D são aquelas substâncias de alto risco: já é comprovado que estes podem afetar o desenvolvimento embrionário. Em situações de doenças graves que colocam a vida da grávida em risco, se não há alternativas terapêuticas, o uso do remédio é justificado, apesar dos riscos.
Perigo!
As drogas em X apresentam, tanto nos estudo com animais quanto com humanos, efeitos prejudiciais para o feto. Portanto o uso destes é contraindicado para futuras mães.
Você quer saber mais sobre algum remédio que está tomando? Quer informar alguma gestante sobre tal assunto?
Consulte este site inteiramente em português para informações:
https://www.pdamed.com.br/bulanv/pdamed_0001.php
Ou veja o site da FDA (em inglês):
https://www.fda.gov/womens/registries/registries.html
https://www.fda.gov/cder/index.html
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7 - Drogas na gravidez
25/04/2009 23:38
Drogas na gravidez
O uso de álcool e drogas na gravidez podem gerar desnutrição do feto, infecções crônicas ou pós natais. E mais grave ainda, pode levar ao retardo mental da criança.
Álcool: Não é só o consumo exagerado do álcool que reflete seus efeitos no feto. Cuidado! O consumo moderado também acarreta seus efeitos no bebê. Uma ou duas doses por dia são prejudiciais. Segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos pelas pesquisadoras Papalia e Olds, muitos bebês sofrem de Síndrome Alcoólica Fetal, que tem como conseqüência o crescimento pré e pós-natal retardado, retardo psicomotor (a idade mental da criança é menor do que a idade real), má formações faciais e corporais e distúrbios do sistema nervoso central.
Calmantes (“faixa preta”): Se usados nos primeiros meses de gravidez, há um risco muito grande de acontecerem má formações na boca: lábio leporino ou palato fendido. Se faz uso dessas substâncias até o fim da gestação, a criança pode apresentar tremores, ser muito chorosa, inquietação, vômitos e respiração acelerada. E se a mãe fizer o uso desses medicamentos apenas no último mês de gestação, a criança ao nascer demora para chorar, não tem força para mamar e tem atividade cardíaca muito devagar.
Solventes e inalantes: Tanto para aquelas mulheres que uso abusivo dessas substâncias quanto aquelas que estão expostas a altas concentrações dessas drogas estão sujeitas a terem aborto espontâneo.
Nicotina: Coloca em muito risco a vida do bebê. Este pode morrer antes do parto ou até depois por falta de nutrientes ou por baixa massa corpórea. A criança levará estas seqüelas para o resto da vida, podendo ter problemas na vida social, hiperatividade, dificuldade de atenção e concentração e até mesmo desadaptação social. Se a mãe fumar mais de vinte cigarros por dia, as conseqüências sobre o feto são duas vezes piores.
Maconha: O uso intensivo dessa droga pode levar a defeitos congênitos a criança. Para Papalia e Olds, o uso desta substância não tem ligação direta com o risco de vida do feto, mas pode levar a conseqüências, não tão graves quanto o uso do álcool, nicotina e outros, para a mãe e o feto. Mesmo assim o uso da maconha deve ser evitado.
Morfina e heroína: Além do risco do bebê nascer prematuro, há também o perigo da criança ser viciada, ou sentir uma necessidade de consumir uma substância que ela mesma não sabe o que é, até os 6 anos de idade. Papalia e Olds argumentam que as crianças muito provavelmente serão inquietas, irritadiças, e há também uma possibilidade de terem tremores, muitas febres e vômitos, convulsões e dificuldades respiratórias. Durante o desenvolvimento existirá uma tendência da criança ser mais desajustada gerando a dificuldade para estabelecer e manter amizades, ter problemas de aprendizagem e ter ansiedade em situação social.
Cocaína: Pode levar:
· Aborto espontâneo ou nascimento prematuro;
· Bebê com peso abaixo do normal;
· Problemas neurológicos;
· Pressão alta na mãe;
· Cabeça muito pequena da criança, por falta de crescimento cerebral;
· Anormalidades na retina;
· Morte súbita da criança por volta dos 5 ou 6 anos;
· Deslocamento da placenta;
· Contrações uterinas precoces;
· Conseqüências no âmbito emocional tanto da mãe quando do feto.
Não é apenas o uso de drogas da mãe que afeta a criança. O consumo de drogas feito pelo pai leva a espermatozóides anormais, problemas para a mãe e a criança tem chances de ter um câncer no decorrer na vida.
Visite:
https://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D278%26cn%3D1449
https://psicoativas.ufcspa.edu.br/gravidez.html
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8 - Doenças infecto contagiosas
25/04/2009 23:41
Doenças infecto contagiosas
São causadas por vírus, bactérias e protozoários. Se causadas por vírus desencadearão em doenças como a febre amarela, sarampo e hepatite A e B. Por bactérias: cólera, a hanseníase e a tuberculose, e outras doenças. Os protozoários: doença de Chagas, a leishmaniose e a malária.
São exemplos de dessas doenças: Difteria, febres tifóide e paratifóide, poliomielite, rubéola, sarampo; varicela, SIDA (AIDS/HIV)
Essas doenças podem ser transmitidas de várias formas, de maneira direta ou indireta: por mosquitos, caramujos, pelo sangue, gotículas de muco e saliva expelidas pela pessoa infectada ao tossir, espirrar e falar.
Se a mãe for contagiada com esta doença durante a gravidez, pode ocorrer a transmissão vertical (da mãe para o feto).
Existem três estágios de tratamento: antes da contaminação da doença (prevenção primária), depois que a doença se iniciou mas ainda não há sintomas (prevenção secundária) ou quando já há sintomas (prevenção terciária).
Cada doença pode levar a conseqüências muito graves ou até mesmo não apresentar risco algum para o feto. Dois exemplos:
Rubéola:
· Surdez;
· Lesões cardíacas;
· Problemas oculares;
· Distúrbios no desenvolvimento neuro-motor;
· Baixo peso;
· Problemas ósseos;
· Retardo mental.
AIDS: A criança pode ser infectada na gestação, quando nasce, ou na amamentação. Mas também há a possibilidade da criança nascer e crescer livre do vírus. Já existem laboratórios que testam os esermatozoides do pai para verificar se são saudáveis ou não e há o acompanhamento da gravidez da mãe.
Sites sugeridos:
https://drauziovarella.ig.com.br/
https://www.drashirleydecampos.com.br/
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9 - Vacinas na gravidez
25/04/2009 23:59
Vacinas na gravidez
As primeiras vacinas que o bebê toma depois que nasce demorarão para fazer efeito, porque seu sistema imunológico ainda está em processo de formação. Por isso dependendo da vacina que está atrasada, a mãe deverá tomá-la, pois é seu sistema imunológico, seus anti-corpos que irão defender o bebê tanto na sua barriga quanto depois que este nascer. Esta proteção depois que a criança nasce deve durar aproximadamente seis meses, e é após esse período que a criança já apresentá seus próprios anticorpos.
Mas cuidado, pois a vacinação não deve ser algo rotineiro para uma gestante, e não são todas as vacinas que podem ser tomadas por uma grávida.
Segundo a pesquisadora Lúcia Ferro Bricks, “Apesar de nenhuma evidência de risco de malformação fetal ter sido associada às vacinas, há muito medo de que imunobiológicos possam causar algum tipo de efeito prejudicial ao feto. Sempre que for possível, então, vacinas recomendadas para gestantes devem ser administradas nos estágios finais da gravidez, quando o feto já estiver formado”.
Algumas vacinas são indicadas na gestação, como a contra tétano e difteria. Outras são usadas apenas em casos especiais, indicadas somente quando o risco de contaminação materna é alto. Há vacinas que são contra-indicadas na gestação, como por exemplo, as contra tuberculose (BCG), varicela (catapora), sarampo, rubéola e caxumba. E existem ainda vacinas que são desnecessárias durante o período de gestação, como as contra poliomielite e a anti-Hib.
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